07/05/2010

O "IN AND OUT" DAS DÍVIDAS EUROPEIAS

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A Europa da Dívida (ver este link de 2/5/2010)

De entre estes 5 países europeus em crise mais acentuada e com economias instáveis, devemos uns aos outros muitos milhões de euros - convertidos aqui em dólares - e as dívidas são ainda maiores para a Grã-Bretanha, França e Alemanha.
Os diâmetros dos círculos são proporcionais ao montante da dívida, mas há que ter em conta a dimensão e a população de cada um dos países.
Em cada círculo representativo de cada país podemos ver nas setas que saiem e que entram, as dívidas e os créditos de cada um dos países, em relação aos outros.

Imprescindivel clique para ampliar e clicar de novo


Fonte:
Banco de Compensações Internacionais - The New York Times



Se não é caso de pânico, será pelo menos caso para ficarmos muito preocupados.

Vamos ver a "coisa" por outro prisma :

"o prisma da cegueira".

Estes números foram inventados e não são verdadeiros.

As Grandes Obras vão prá frente custe o que custar e a quem custar.
Afinal até já estão adjudicadas, como é que íamos agora saír da situação ?

Por acaso, até nós (governo) fomos mais que alertados para a situação a que íamos chegar, mas fingimos que não acreditávamos no que se dizia, para mostrar que quem manda é o governo, ou então porque, "particularmente", iríamos deixar de "embolsar" o "nosso futuro" à sombra da bananeira, se tivessemos perdido as passadas eleições.
Os Portugueses que se lixem ! Quem vier atrás, que feche a porta !

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9 comentários :

  1. Se eu percebi o esquema, a Grécia tem uma dívida de 236 Biliões e nós de 286 Biliões.
    Por isso é que eles repetem, tantas vezes, que Portugal não é igual à Grécia ;)

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  2. É Rui,
    o trem tá feio, não é meu amigo?
    Bjs.

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  3. cantinhodacasa7/5/10 22:52

    Preocupante.
    Queremos ser quem? Os grandes feitores?
    Fico danada com o que escuto.
    O PEC é isto???? Obras????
    Emprestar dinheiro à Grécia?
    Decepcionante. E, continuamos a aceitar.
    Beijo

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  4. Isa GT
    Visto assim os nºs podem induzir em erro. Não é tão linear.
    A “teia” é tão complexa que ninguém pode saber ao certo a situação real de cada um.
    Há que considerar a população de cada país, a dívida/capita e o PIB/capita, o saldo real da dívida, tendo em conta o que se deve, descontando aquilo que os outros nos devem a nós.
    Há ainda a considerar o peso relativo de cada país em relação ao conjunto da Europa.
    Por ex. a Espanha pesa 8,5% enquanto que Portugal apenas 1,5%, o que quer dizer que um problema em Espanha tem muito mais impacto no conjunto europeu.
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    Fátima
    Está muito feio, Fá. O Brasil tem escapado a esta turbulência.
    Neste momento as atenções estão viradas para a Grécia, mas os outros 4 países em crise mais acentuada, irão sofrer bastante com a situação. Brevemente passarão por situações muito semelhantes.
    Beijão, Fatinha.
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    Cantinho
    Há muito que o governo devia ter estancado o esbanjar de recursos em investimentos irrealistas e ter dado mais atenção às pequenas e médias empresas e às de mão de obra intensiva, para evitar o desemprego e por outro lado prevenir as situações relativas às exportações, criando condições que permitissem aumentá-las ou pelo menos mantê-las.
    Quanto ao empréstimo à Grécia, ele é inevitável. Portugal faz parte da EU com um peso relativo de cerca de 1,5% e é nessa razão que tem que conceder o empréstimo, sem o qual, se colocariam 2 questões : primeiro o aceitar publicamente a nossa bancarrota; segundo, quando daqui a algum tempo viermos a ser nós os necessitados, termos moral para exigir a ajuda, de igual modo.
    Beijo.
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  5. Oh! Meu amigo! Você percebe disto!!
    Eu não... fico muito apreensiva.

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  6. Swt
    Sem falsas modéstias, até admito que sim ! Estou um pouco no "meu ambiente" (Engenharia Financeira, Gestão Empresarial) , mas não pretendo aprofundar demais aqui no blog.
    Este é mais para "fazer esquecer" (brincando) do que para "manter presente" :))))
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  7. Parece que afinal não vão avançar todas...
    Parece...

    Abraço

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  8. cantinhodacasa8/5/10 22:25

    Bom, se Portugal empresta à Grécia e se é inveitável, pelo menos que nunca precisemos de chegar ao ponto de pedirmos também.
    E gostaria que esta política mudasse.
    Sacrifícios de todos, mas com incentivo a essas pequenas e médias empresas, e à exportação.
    As grandes obras , algumas, vão ficar para mais tarde e ainda bem.
    Beijinho

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  9. Rosa dos Ventos
    Isso já é uma realidade. Mesmo o “troço” TGV adjudicado e agora assinado, vai demorar mais do que o que estava previsto.
    Ele não faria sentido sem a nova ponte e sem a conclusão das obras do outro lado da fronteira. É para se ir fazendo...
    Bjs.
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    Cantinho
    A UE funciona em “Bloco” , principalmente nas questões financeiras.
    Temos que ter em conta que Portugal, desde o início, tem sido um membro “recebedor” de ajudas ao desenvolvimento e não “pagador”. O balanço é-nos extremamente favorável !
    Esta situação por que a Grécia está a passar, irá acontecer também connosco mais tarde ou mais cedo.
    O mal está feito e agora vai ser muito difícil “corrigir”. O adiamento das grandes obras foi o mínimo que se poderia ter feito de razoável.
    Bjs
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