14/01/2010

OS MAIS ALTOS DO MUNDO

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Burj Khalifa Dubai 2717 pés ano 2010

Taipei 101 - Taiwan 1667 pés - ano 2004

Shanghai World Financial Center - 1614 pés - ano 2008

Petronas Towers - Malásia - 1483 pés - ano 1998

Sears Towers . Chicago -1451 pés - ano 1974

Empire State Building - 1250 pés - ano 1931

No Dubai, Emiratos Árabes Unidos, foi inaugurado em 4 da Janeiro, o arranha-céus mais alto do mundo, com o nome de “Torre Burj Khalifa”, numa apresentação multimédia que testemunhou o acontecimento, perante milhares de espectadores na base da Torre.

Com o dobro da altura do Empire State Building, custou mais de mil milhões de euros, sendo uma quase cidade vertical, com apartamentos, escritórios, comércio, lazer, piscinas, uma biblioteca particular e um hotel desenhado por Giorgio Armani.

A construção, começou em 2004 e avançou rapidamente, a um ritmo alucinante de 1 andar em cada 3 dias, empregando durante os períodos mais movimentados, cerca de 12.000 trabalhadores.

Há uma enorme confiança na segurança da Torre, em todos os aspectos, desde o contra-fogo à evacuação, em caso de emergências. A sua estrutura, em cimento armado com aço, faz com que seja o mais resistente dos arranha céus do mundo, de tal modo que, um avião não será capaz de o cortar, como aconteceu com o World Trade Center.

O Dubai era pouco mais que uma pequena e pacata aldeia de pescadores, há pouco mais de 20 anos, mas cresceu vertiginosamente até hoje, à custa de enormes investimentos estrangeiros.

Esta Torre é entretanto inaugurada no meio de uma tremenda crise financeira.

Há pouco tempo, os preços das propriedades imobiliárias no Dubai, caíram para cerca de metade dos que se verificavam o ano passado, deixando o Dubai atolado em dívidas e muitos apartamentos, escritórios, espaços comerciais e de lazer de todos os tipos, vazios e continuando por vender, como resultado do excesso de construções durante uma enorme bolha imobiliária, sem precedentes, que entretanto “estoirou”, como anteriormente tinha acontecido nos USA e um pouco por todo o mundo.

Enquanto isso, os especuladores imobiliários que tinham alimentado esta “bolha”, desapareceram juntamente com o dinheiro facilmente ganho anteriormente, com os preços ainda suficiente altos, ficando agora os imóveis nas mãos daqueles que lá investiram com créditos bancários, hoje praticamente impossíveis de honrar, gerando um crédito mal-parado de cerca de 26 mil milhões de dólares.

Dada a queda dos preços, muitos dos investidores terão dificuldade em arranjar compradores, ou inquilinos, a preços compatíveis com os investimentos feitos, encontrando-se num beco sem saída, relativamente ao cumprimento dos compromissos assumidos com a banca, estando-se a alimentar muito perigosamente a crise financeira que se vive especialmente na União Europeia.
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